Linha do tempo

1986

A criação do mascote

A poliomielite ameaçava milhares de crianças no Brasil nos anos 80. Para vencer a resistência às vacinas, nasceu um símbolo que até hoje ensina a importância da prevenção: o mascote contra a poliomielite.
O Brasil enfrentava uma epidemia de pólio agravada pela baixa adesão às campanhas. O Ministério da Saúde encomendou ao artista Darlan Rosa a criação de um mascote associado à vacina para locomoção. Assim surgiu o mascote, simples, reconhecível e fundamental na luta contra a poliomielite.
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1987

O nascimento do Zé Gotinha

O nome “Zé Gotinha” não veio por acaso: ele foi escolhido pelas próprias crianças brasileiras, aproximando o personagem do público que mais precisava ser protegido.
Um concurso nacional convidou crianças de 3 a 12 anos a sugerirem nomes para o novo mascote. Foram mais de 11 milhões de cartas enviadas, e “Zé Gotinha” foi a escolha mais recorrente. Essa participação deu identidade ao personagem e reforçou sua missão: tornar a vacinação acessível e menos temida.
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1988

Zé Gotinha em ação

Não bastava estar na TV e no rádio: o Zé Gotinha precisava estar perto das famílias. Assim, ele chegou aos postos de saúde, em quadrinhos, jogos e até em um curta, reforçando a confiança na vacinação.
No fim da década de 1980, o personagem ganhou presença física nos postos de saúde e também estrelou o curta “Zé Gotinha contra o Perna de Pau”, em que defende um bebê. Essas ações fortaleceram a ligação com o público, estimulando a adesão aos Dias Nacionais de Imunização.
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1989

Zé Gotinha chega à imprensa

A presença do Zé Gotinha chegou também aos jornais, ampliando a mensagem de que vacinar é proteger vidas. Sua primeira aparição foi destaque nacional.
Em 11 de junho de 1989, o mascote estreou no jornal O Globo, em uma reportagem especial. A iniciativa fazia parte da estratégia do Ministério da Saúde para alcançar públicos diversos e consolidar o personagem como principal símbolo das campanhas de vacinação no país.
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1990

Símbolo nacional da vacinação

Nos anos 90, o Brasil reforçou sua luta contra a pólio. O Zé Gotinha ganhou espaço em escolas e eventos, mobilizando o país para uma conquista histórica: reduzir drasticamente os casos da doença.
Apesar de a meta de eliminar a poliomielite até 1990 não ter sido alcançada, o mascote se consolidou como símbolo nacional. O esforço coletivo levou ao último registro de poliovírus selvagem no país em 1989, mostrando o papel crucial do personagem nas ações de saúde pública.
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1991

Febre amarela e tétano neonatal

A vacinação no Brasil avançou com novas estratégias: proteger contra febre amarela e combater o tétano neonatal em mulheres. Dois passos decisivos para salvar vidas.
No início dos anos 90, o país incluiu a vacina contra febre amarela em áreas endêmicas e lançou o Plano de Eliminação do Tétano Neonatal, com foco em imunizar mulheres em regiões de risco. Essas ações fortaleceram a imunização e reduziram a mortalidade infantil.
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1992

Brasil rumo à erradicação

Com foco na eliminação de doenças, o Brasil ampliou seu calendário de vacinas e reduziu drasticamente casos de sarampo. Foi um marco para a saúde infantil.
No fim do século XX, campanhas nacionais imunizaram menores de 15 anos, resultando em queda de 81% nos casos de sarampo. O calendário passou a incluir a vacina contra Hepatite B e a segunda dose contra o sarampo, aplicada aos 15 meses, fortalecendo o Programa Nacional de Imunizações (PNI).
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1993

A chegada da tríplice viral

A proteção das crianças se fortaleceu em 1993 com a chegada da tríplice viral e a criação dos CRIE, locais voltados a grupos com necessidades especiais de vacinação.
A tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) foi introduzida no calendário vacinal, ampliando a cobertura. Também surgiram os Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE), que garantiram imunização para pacientes com condições específicas, consolidando ainda mais o SUS.
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1994

Brasil livre da pólio

O Brasil alcançou um marco histórico em 1994: a certificação de área livre da pólio. O Zé Gotinha foi protagonista dessa conquista, junto com sua nova família.
Em 14 de outubro, a OMS reconheceu o país como livre da poliomielite. Nesse mesmo ano, nasceu Maria Gotinha e seu filho Juquinha, em campanha que reforçou a importância do pré-natal, parto normal e amamentação. A saúde da família ganhou destaque junto à vacinação.
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1995

Proteção tripla em uma dose

Um avanço decisivo chegou em 1995: a vacina tríplice viral substituiu a monovalente contra o sarampo, garantindo proteção mais ampla em uma só dose.
A medida simplificou o calendário de vacinação e fortaleceu a prevenção contra sarampo, caxumba e rubéola. Até hoje, a tríplice viral é uma das vacinas mais importantes do calendário infantil.
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1996

O impacto da vacinação em 1996

O Brasil registrou uma queda significativa nas mortes por doenças evitáveis em 1996, mostrando o impacto das campanhas de vacinação.
No ano de 1996, o Brasil registrou um declínio nas mortes infantis por doenças evitáveis por vacinação, reflexo do avanço das campanhas de imunização e das melhorias sanitárias. Dados da época mostram que 168 crianças menores de cinco anos morreram por causas que poderiam ser prevenidas por vacinas. O investimento contínuo em saúde pública resultou em redução significativa desses óbitos. Em 2017, esse número caiu para 28 mortes, comprovando a eficácia das estratégias de vacinação ao longo de duas décadas e destacando o impacto positivo da política de imunização e das melhorias nas condições de saneamento.
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1997

Vacinação no pós-parto

Em 1997, a vacinação pós-parto ajudou a proteger mães e prevenir a síndrome da rubéola congênita.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) implementou uma nova estratégia para combater a rubéola. A vacina passou a ser aplicada em mulheres no período pós-parto, visando protegê-las e, indiretamente, reduzir o risco de transmissão congênita em futuras gestações. A iniciativa representou avanço na saúde da mulher e na prevenção da síndrome da rubéola congênita.
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1998

Nova vacina no calendário

Em 1998, o PNI ampliou o calendário vacinal com imunização contra doenças graves em crianças.
O PNI introduziu uma nova vacina em seu calendário para menores de um ano: contra a bactéria Haemophilus influenzae tipo B. Aplicada em todo o país como parte da rotina de vacinação infantil, a medida visou combater doenças graves, como meningite e outras infecções respiratórias, diminuindo a mortalidade e as sequelas em crianças.
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1999

PNI amplia a imunização

Em 1999, a vacinação de idosos abriu caminho para a imunização anual e reforço do calendário vacinal.
O ano de 1999 marcou avanços no PNI. Foi realizada a primeira campanha de vacinação contra a gripe, voltada à população idosa, abrindo caminho para a imunização anual. Paralelamente, o calendário foi expandido: a vacina contra hepatite B passou a ser aplicada rotineiramente e a vacina da febre amarela foi incluída no esquema básico. Essas medidas consolidaram o PNI, fortalecendo a proteção da população.
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2000

Zé Gotinha em novas missões

O mascote ganhou papel em imunizações contra HPV e influenza, atingindo mais públicos.
O Zé Gotinha, com adaptações em seu design, expandiu seu papel em campanhas de saúde pública. Mantendo sua essência, passou a ser utilizado em imunizações para outras doenças, como HPV e influenza, atingindo um público mais diversificado, incluindo adolescentes e adultos. Nesse período, o calendário básico de vacinação para povos indígenas foi concretizado. Além disso, a terceira campanha nacional de vacinação contra o sarampo, para pessoas de um a 11 anos, alcançou cobertura de 100%, refletindo o sucesso das estratégias de mobilização social e de saúde.
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2001

Imunização contra o Sarampo

Em 2001, apenas um caso confirmado, importado do Japão, evidenciou a eficiência do sistema.
O Brasil reforçou a vigilância contra o sarampo. De 5.599 casos suspeitos notificados, apenas um foi confirmado, importado do Japão. O resultado evidenciou a robustez do sistema de imunização e a capacidade de conter a circulação do vírus, demonstrando a eficácia das campanhas e do monitoramento epidemiológico.
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2002

PNI Adota Vacina Tetravalente

Em 2002, uma única aplicação passou a proteger contra quatro doenças graves.
O PNI implementou a vacina tetravalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae tipo B em uma única aplicação. A incorporação do imunizante foi marco na política de saúde pública, expandindo o calendário infantil para 14 vacinas. A medida visou proteger crianças contra doenças graves e simplificar o esquema de imunização, tornando-o mais eficiente e acessível.
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2003

Sucesso na Campanha da Gripe

Em 2003, mais de 12 milhões de idosos foram imunizados, superando a meta.
O Ministério da Saúde obteve o melhor resultado na Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe. A meta de imunizar 70% da população idosa foi superada, com 12,3 milhões de pessoas vacinadas, representando 82,2% da faixa etária. A campanha também permitiu atualização do cartão de vacinas e aplicação de doses contra tétano, difteria, febre amarela e pneumonia bacteriana, demonstrando a eficácia das ações e a adesão da população.
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2004

Vacinação em Todas Idades

Em 2004, foram criados calendários específicos para adolescentes, adultos e idosos.
O PNI expandiu seu alcance com a entrada em vigor dos primeiros calendários de imunização para faixas etárias mais avançadas. Pela primeira vez, foram estabelecidos esquemas de vacinação específicos para adolescentes, adultos e idosos, destacando a importância da imunização em todas as fases da vida. A medida representou avanço na política de saúde pública, tornando-a mais abrangente e focada na proteção de toda a população.
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2005

Vacinação de Idosos Alcança Recorde

Em 2005, 83,9% dos idosos foram imunizados, consolidando o Brasil como exemplo mundial.
O Brasil alcançou uma das melhores coberturas em campanhas de vacinação do mundo. A Campanha Nacional de Vacinação do Idoso superou a meta de 70% estabelecida pelo Ministério da Saúde. Ao final da ação, 83,9% da população com mais de 60 anos foi imunizada. A cobertura vacinal consolidou o país como referência em saúde pública, demonstrando a adesão da população e a eficácia das estratégias de mobilização.
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2006

Campanha contra Paralisia Infantil

Em 2006, o mascote foi protagonista na campanha contra a poliomielite, reforçando a imunização infantil.
O Zé Gotinha foi a figura central da Campanha Nacional de Vacinação contra a Paralisia Infantil. Já consolidado como um dos principais símbolos da saúde pública brasileira, o personagem foi utilizado para conscientizar e mobilizar pais e crianças sobre a importância da imunização. Sua presença em materiais educativos e nos postos de vacinação desempenhou papel fundamental no sucesso da campanha, reforçando a comunicação com o público infantil e garantindo a adesão à vacinação.
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2007

Butantan inicia preparação contra a gripe aviária

Em 2007, o Brasil iniciou produção experimental da vacina para garantir autonomia em caso de pandemia.
O Brasil deu um passo estratégico na preparação contra uma possível pandemia de gripe aviária. O Instituto Butantan, em São Paulo, iniciou a produção experimental da vacina, com previsão de testes ainda em 2007. O objetivo era iniciar a produção em escala industrial no primeiro semestre de 2008, garantindo autonomia do país na produção de imunobiológicos e permitindo resposta rápida a emergências de saúde pública.
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2008

67 milhões vacinados

Em 2008, 67 milhões de adultos foram vacinados, com uso pioneiro da internet na comunicação.
O Brasil realizou a Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola, com foco em homens e mulheres entre 20 e 39 anos. A iniciativa se destacou por utilizar a internet de forma intensiva como estratégia de comunicação, alcançando 67 milhões de pessoas vacinadas. A ampla cobertura e o uso de novas ferramentas de divulgação foram decisivos para o sucesso da mobilização e das ações de imunização no país.
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2009

Butantan produz vacina contra H1N1

Em 2009, o Instituto Butantan começou a produzir a vacina em parceria com laboratório francês.
Diante da pandemia de Influenza A (H1N1), o governo brasileiro firmou acordo com laboratório francês para que o Instituto Butantan iniciou a produção nacional da vacina. A parceria visava garantir autonomia na produção de imunobiológicos, essencial para resposta rápida e em larga escala. No ano seguinte, o Brasil conseguiu imunizar 90 milhões de pessoas em poucos meses, demonstrando a capacidade do sistema de saúde de reagir com agilidade a uma crise global.
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2010

Zé Gotinha: vacinou, é gol

Em 2010, o mascote vestiu a camisa da seleção para promover a vacinação infantil e contra a gripe pandêmica.
O Zé Gotinha foi a principal figura da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Aproveitando o clima da Copa do Mundo, o personagem vestiu a camisa da seleção brasileira e promoveu a vacinação com o slogan “Vacinou, é gol”, mobilizando pais e crianças. No mesmo período, o Brasil também realizou a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe pandêmica, enfrentando o vírus Influenza A (H1N1).
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2011

Fiocruz promove vacinação

Em 2011, poliomielite e sarampo foram combatidos simultaneamente em grande mobilização nacional.
O Ministério da Saúde mobilizou o país para uma dupla campanha de vacinação. A primeira etapa da Campanha Nacional contra a Poliomielite ocorreu simultaneamente à Campanha de Seguimento contra o Sarampo, visando aumentar as coberturas vacinais e manter as doenças sob controle. Para promover a ação, a Fiocruz realizou eventos em Rio de Janeiro, Salvador e Manaus, incluindo grandes festas para incentivar a população a vacinar crianças.
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2012

Campanha de Multivacinação

Em 2012, a campanha anual foi dividida em duas etapas para maior alcance e atualização vacinal.
O calendário de vacinação contra a poliomielite passou por mudanças. A primeira etapa, em junho, destinava a dose oral a todas as crianças com menos de cinco anos. A segunda, em agosto, configurava-se como Campanha Nacional de Multivacinação, visando atualizar doses em atraso. O objetivo era atingir maiores coberturas vacinais de forma homogênea em todos os municípios.
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2013

Calendário de Vacinação do Adolescente

O Brasil ampliou a proteção para jovens, incluindo doses de reforço e conscientização sobre imunização contínua.
O governo federal lançou o Calendário de Vacinação do Adolescente, expandindo a política de saúde pública do país. A iniciativa incluiu doses de reforço e ações educativas, reforçando a importância da imunização para além da população infantil e garantindo proteção contínua para a faixa etária jovem.
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2014

Campanha intensificada na Copa

Em 2014, campanhas contra sarampo, poliomielite e influenza garantiram cobertura vacinal em período de grande mobilidade.
O Ministério da Saúde intensifica campanhas de vacinação durante a Copa do Mundo. Uma ação nacional foi realizada contra o sarampo e a poliomielite, com foco em crianças entre seis meses e cinco anos. Paralelamente, houve campanha contra influenza, voltada a grupos de risco com doenças crônicas. As ações conjuntas mostraram o compromisso das autoridades em proteger a população, mobilizando recursos federais, estaduais e municipais.
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2015

Brasil livre de Rubéola

Em 2015, a OMS reconheceu o Brasil por interromper a circulação do vírus no país.
O Brasil alcançou marco histórico: a certificação de eliminação da rubéola, concedida pela OMS. O último caso registrado havia sido em 2009. A conquista refletiu o sucesso das estratégias de imunização em larga escala, que protegem a população de uma doença grave, especialmente em gestantes, e interromperam a circulação do vírus no território nacional.
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2016

Brasil livre do Sarampo

Em 2016, o país foi certificado pela OMS, e o mascote se uniu à Carreta Furacão para divulgar a multivacinação.
O Brasil recebeu a certificação de eliminação do sarampo pela OMS, resultado de campanhas e vigilância epidemiológica. Para comemorar, o Zé Gotinha ganhou nova parceria com a Carreta Furacão em clipe do Ministério da Saúde, promovendo a Campanha Nacional de Multivacinação e incentivando a atualização da caderneta de vacinação de forma lúdica e moderna.
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2017

Américas livres do Tétano Neonatal

Em 2017, a OPAS anunciou a conquista após décadas de esforços em vacinação e assistência materna.
A Organização Pan-Americana da Saúde anunciou a eliminação do tétano neonatal nas Américas. O feito foi alcançado após décadas de esforços coordenados, incluindo campanhas de vacinação em massa de mulheres em idade fértil e melhorias na assistência ao parto e puericultura. A conquista representou avanço significativo na redução da mortalidade infantil e sucesso das políticas de imunização e saúde materna.
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2018

Zé Gotinha: Mascote do SUS

Em 2018, o personagem foi atualizado para reforçar a importância do sistema público de saúde.
O Zé Gotinha ganhou papel de destaque como mascote oficial do SUS. Atualizado visualmente para incorporar o logotipo do sistema, o personagem passou a promover a importância do SUS e suas ações de imunização e prevenção em todo o país, reforçando a conexão com a população.
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2019

Sarampo volta ao Brasil

Em 2019, o vírus voltou a circular devido a migração e baixas coberturas vacinais, revertendo conquistas anteriores.
O sarampo voltou a circular no Brasil, associado ao grande fluxo migratório e baixas coberturas vacinais. O vírus permaneceu ativo por mais de 12 meses, com o mesmo genótipo (D8). Como consequência, em 2019, o país perdeu a certificação de “país livre do vírus do sarampo” pela OMS, alertando para a necessidade de manter altas coberturas vacinais.
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2020

Pandemia e a Vacinação

Em 2020, a pandemia afetou o PNI e a produção de imunizantes nacionais foi intensificada.
O Brasil enfrentou crise de saúde pública com a pandemia de covid-19, que acentuou a queda nas coberturas vacinais. A desinformação sobre vacinas cresceu, mas instituições científicas, como Fiocruz e Instituto Butantan, firmaram acordos para produzir imunizantes no país, garantindo acesso da população e enfrentando a pandemia de forma estratégica.
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2021

Família Gotinha promove vacina

Em 2021, o governo lançou campanha com a nova família para reforçar a vacinação entre todas as gerações.
O governo federal lançou campanha de vacinação contra covid-19 com o tema “O cuidado é de cada um. O benefício é para todos”. O Zé Gotinha ganhou uma família: Dona Gotinha, Seu Gotinha, Gotinha Jr. e Maria Gotinha, reforçando a importância da vacinação para todas as gerações e estimulando a adesão da população.
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2022

Baixa adesão à vacina contra Covid-19

Em 2022, doses de reforço e imunização infantil registraram procura reduzida, preocupando autoridades.
As campanhas contra covid-19 enfrentaram desafio de adesão, com baixa procura por doses de reforço e imunização infantil. A situação contrastava com sucesso inicial da vacinação e gerava alerta, pois a proteção diminui com o tempo e com o surgimento de novas variantes, exigindo atenção contínua das autoridades de saúde.
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2023

Zé Gotinha nas Redes Sociais

Em 2023, o mascote ganhou livros, mostra cultural e perfis online para combater a queda vacinal.
O Zé Gotinha teve papel de destaque para enfrentar a queda nas coberturas vacinais. O Ministério da Saúde publicou o livro “Zé Gotinha, o Herói Nacional” e o CCMS lançou a mostra autoral “Zé Gotinha do Brasil”, com releituras de 20 artistas. O personagem também entrou nas redes sociais (Instagram, Threads, TikTok) e ganhou revista em quadrinhos, abordando desinformação e riscos de doenças, reforçando o slogan “Cada família tem seu cuidado. A vacina cuida de todos”.
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2024

Reconquista do certificado livre de Sarampo

Em 2024, a vacina contra poliomielite passa a ser injetável, e o Brasil reconquista certificado de eliminação do sarampo.
O Ministério da Saúde iniciou substituição gradual da vacina oral contra poliomielite pela versão injetável (VIP), aumentando a eficácia do esquema vacinal. A dose de reforço aos 15 meses passou a ser injetável e a dose oral de 4 anos foi retirada. No mesmo ano, o Brasil conquistou o certificado de eliminação do sarampo pela OMS, perdido em 2019, reforçando a importância das campanhas e da vigilância sanitária.
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